segunda-feira, 5 de março de 2012
Mulheres de Alagoas se destacam na construção civil
Mulheres alagoanas superaram preconceito e hoje se destacam nos canteiros de obras da construção civil
A Agência Alagoas abre hoje uma série de matérias para celebrar o dia 8 de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher. A série pretende mostrar a trajetória de mulheres que trabalham em Alagoas e se destacam no seu ofício, deixando uma marca no painel das conquistas femininas e sociais.
Na abertura da série, apresentamos a força e o talento de três mulheres trabalhadoras – Maria José Pedro, 29, Quitéria da Silva, 22, e Silvânia de Menezes da Silva, 25, que atuam em um universo caracterizado como reduto masculino – a construção civil. Persistentes, elas enxergaram a oportunidade de trabalho e se destacam em suas funções.
As três trabalham no canteiro de obras da Reconstrução em União dos Palmares, uma das mais atingidas pela enchente ocorrida em junho 2010. A obra chegou a ter 600 trabalhadores, dos quais 40% eram mulheres. Atualmente, apenas as três permanecem na construção, acompanhadas de cerca de 200 homens.
Maria José Pedro é exemplo de persistência. Ela trabalha na fiscalização e no controle de todo o material da obra onde está sendo construído o Conjunto Nilton Pereira. “Eu me apresentei para trabalhar aqui há um ano e três meses e me identifiquei com o serviço que faço”, conta. “Me interessei tanto que já estou fazendo cursinho para ser engenheira civil, embora goste também do direito”, afirma.
O trabalho de Maria Pedro tem o reconhecimento dos colegas. “A função dela aqui é fundamental e estratégica, pois ela faz o controle de qualidade de todo o material empregado na obra, como o cimento, o traço, areia e as betoneiras”, ressalta Steferson Barbosa, encarregado da obra.
Exemplo semelhante é o de Quitéria da Silva, que trabalha na construção há um ano e um mês. Responsável pelo encaixe de cantoneiras e da parte de ferragens, Quitéria também diz que a experiência com o mundo da construção civil abriu perspectivas em sua vida. “Tem sido muito bom e acho que quando terminar essa obra, não faltará trabalho para nós mulheres”, afirma.
Em seu primeiro emprego, Silvânia de Menezes Silva, 25, é responsável pela organização da limpeza e distribuição de material no canteiro de obras. Ela perdeu sua casa na enchente e diz que se identificou com o esforço da Reconstrução. “Apesar de hoje coordenar essa parte de limpeza, eu já passei pela área de alvenaria para levantar paredes”, afirma Silvânia.
Não faltam elogios ao trabalho e desempenho pelas mulheres que atuam na obra da Reconstrução. “Essas três mulheres são ótimos exemplos do avanço das mulheres em diferentes setores. Elas exercem posição de liderança no nosso canteiro”, atesta o engenheiro cearense e responsável pela construção, Daniel Nepomuceno.
por Wellington Santos
Foto: Paulo Rios
fonte: Agencia Alagoas
sábado, 3 de março de 2012
Caixa oferece 3 mil vagas para o Programa Adolescente Aprendiz
Banco já beneficiou cerca de 17 mil adolescentes por intermédio do programa. A Caixa Econômica Federal abriu cerca de 3 mil vagas para o Programa Adolescente Aprendiz. Os interessados devem entrar em contato com as entidades selecionadas, para efetuar a inscrição. É necessário ter de 14 anos e meio a 16 anos incompletos, estar cursando, no mínimo, o 9º ano do Ensino Fundamental e possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo.
A contratação será realizada, gradualmente, nas localidades onde houver vaga disponível e de acordo com as necessidades estratégicas da CAIXA. O contrato tem a duração de 24 meses e os adolescentes serão capacitados nas ocupações de contínuo (office-boy), auxiliar de escritório e escriturário.
O programa, criado em 2003, já beneficiou mais de 17 mil adolescentes. O objetivo do projeto é promover a inclusão social do jovem, de família em situação de vulnerabilidade socioeconômica, no mercado de trabalho, por meio de sua capacitação profissional em serviços bancários e administrativos
fonte: Rede Noticia
Galã Elétrico, sucesso no carnaval 2012. Cantor agradece e explica ocorrido na Barra de São Miguel
Em mais um ano que já inicia com muito sucesso e correria, Diego Furtado(Galã) agradece ao imenso público que o prestigiou em seu formato Elétrico nos principais municípios de Alagoas. Continuando sua irreverência e simpatia que o aproxima de todo seu público, Galã invadiu os carnavais alagoanos em cima de Trios Elétricos colocando toda a massa pra balançar numa “farra” característica e inconfundível do seu estilo.
Na cidade de Barra de São Miguel, Galã foi esperado por milhares de pessoas em seu Bloco, Galã Elétrico, e colocou todo mundo pra dançar a partir das 15h do último domingo(19) não deixando ninguém parado. Infelizmente, durante o percurso do Bloco, Galã teve que interromper por motivos alheios a sua vontade o que seria um dos mais animados eventos deste carnaval.
Por volta das 17:50h uma chuva forte e repentina caiu, e no trio, desprovido de coberta naquele momento, começou a molhar todos os seus equipamentos que necessitaria para cumprir sua agenda. Visivelmente abalado, Galã pediu desculpas ao seu público e informou que iria ter que encerrar por ali. Vendo o grande número de pessoas e os apelos de seus fãs, parceiros e amigos, a produção começou a arrumar a lona de cobertura do trio para continuar, mas na cidade havia uma Lei aplicada pelo MP que regia o término dos blocos de rua às 18hs. Um Termo de ajuste de Conduta – TAC que é aplicado para manter a disciplina, a fluência do trânsito nas vias e a pacificação das festas carnavalescas. E pela proximidade do horário acabou por não acontecer.
Em entrevista Diego(Galã) se desculpa
“Infelizmente o que aconteceu não tem como se apontar um culpado. A chuva nos interrompeu e não tínhamos como continuar. Nenhum artista quer deixar pela metade o seu show e desapontar a todos. Quanto ao horário limite, penso que Lei é Lei, não tenho como descumpri-la. Peço desculpas e agradeço a compreensão de todo o meu público, os meus fãs, parceiros, amigos, patrocinadores e todos os que me apoiaram e estiveram presentes em mais um maravilhoso evento que seguiríamos. Mas, valeu, bola pra frente e “a farra continua”. diz Galã
A maioria das pessoas presentes no evento apoiaram e entenderam a posição do artista que por forças da natureza, interrompeu seu show, mas não esqueceu em nenhum momento de agradecer aos presentes naquele momento e se desculpar pelo ocorrido.
fonte:
quinta-feira, 1 de março de 2012
Paixão de Cristo do Morro da Massaranduba acontece nos dias 05, 06 e 07 de abril.
Há 17 anos a Paixão de Cristo emociona as pessoas que vão ao Morro da Massaranduba prestigiar o espetáculo. São aproximadamente 300 pessoas envolvidas, entre técnicos, elenco e equipe de apoio, trabalhando para realizar o maior espetáculo cênico ao ar livre de Alagoas, considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Estado pela Lei estadual nº 7.281, de 29 de setembro de 2011, evidenciando sua importância como produto cultural, valorizando a produção teatral da região, movimentando o turismo local, contribuindo para a geração de emprego e renda.
O trabalho começa cedo, envolve trabalho de pesquisa, seleção de elenco, ensaios, figurino, preparação dos cenários e iluminação, na equipe de produção tem Moab de Oliveira (Iluminação, Sonorização e Efeitos Especiais) Julliany Gomes e Marcos Cordeiro (Coordenação de Elenco), Vanessa Silva e Cris Ribeiro (Coordenação de Figurino), Valmir da Hora (Cenografia), Isabela Santos (Assessoria de Comunicação) e Wagno Godez (Produtor Executivo e Artístico), entre vários outros nomes importantes.
A magia começa com a gravação do áudio de dublagem dos personagens que toma vida através de nossos maravilhosos atores, a emoção é sentida desde o primeiro ensaio. Além dos profissionais responsáveis pela produção do espetáculo, participam estudantes, comerciantes, donas de casa, agricultores, que ano após ano se dedicam e se esforçam para proporcionar o melhor ao público. Trabalhadores que transformam a história da cidade através da tradição que se tornou a Paixão de Cristo em Arapiraca.
O espetáculo acontecerá na cidade teatro construída no Morro da Massaranduba, nos dias 05, 06 e 07 de abril. No elenco alguns dos melhores atores do teatro Alagoano, entre eles: Erivaldo Garrote (Jesus), Carol Morais (Maria) Homero Cavalcante (Caífas) Aermerson Barros (Anás) Sandro Leite (Pedro) Flavia Cardozo (Madalena) Edjanio de Almeida (Judas), Julien Costa (PIlatos) Paulo Cândido (Anjo) um grande elenco consagrado pelo público que já superou 40 mil pessoas por noite.
por Click Due
fonte:Cadaminuto
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Mais de 50 mil pessoas acompanharam a procissão e missa da Padroeira de Arapiraca
A Festa em homenagem a Nossa Senhora do Bom Conselho terminou na última quinta-feira, 2, com a celebração de uma missa solene presidida por Dom Hidelbrando Mendes Costa, bispo Emérito de Estância, em Sergipe e concelebrada pelo bispo da Diocese de Penedo, Dom Valério Breda, além de sacerdotes de Arapiraca.No período da tarde, as principais ruas do centro da cidade serão monitoradas por agentes de trânsito para a passagem dos 230 cavaleiros e amazonas vindos da cidade de Bom Conselho, em Pernambuco, com a réplica da imagem da santa padroeira de Arapiraca.
Segundo a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), oito agentes de trânsito foram disponibilizados com cinco motos e uma viatura para assegurar a interdição das ruas, durante a passagem da comitiva da Associação dos Criadores de Cavalo de Sela de Arapiraca – ACesa. Para a chegada dos cavaleiros, as ruas Estudante, Esperidião Rodrigues, São Francisco, Praça dos Curis, Rua Monsenhor Macedo, Rua 30 de Outubro foram interditadas, causando um pequeno congestionamento no centro.
O prefeito Luciano Barbosa (PMDB), acompanhou a procissão de fiéis juntamente com a deputada federal Célia Rocha (PTB/AL), bem como dos vereadores Daniel Rocha (PTB); João dos Santos (PMDB); Gilvânia Barros (PMDB) e Tarcizo Freire (PSD), além da participação de secretários municipais e lideranças comunitárias do município e região.
Tradição completa dez anos
Como acontece há dez, um grupo que hoje conta com 230 cavaleiros e amazonas percorreu o mesmo caminho trilhado pelo fundador de Arapiraca, Manoel André. Trazendo da cidade de Bom Conselho, em Pernambuco, a réplica da imagem da santa até a cidade, o grupo saiu da cidade pernambucana na terça-feira, 31, e foi encerrada na tarde desta quinta-feira,2, com a chegada dos cavaleiros para a cerimônia de entrega da imagem da santa.
A tradicional festa religiosa, foi encerrada com a celebração de missa pelo bispo emérito de São João Del Rey, Valdemar Chaves, que destacou durante a homilia a devoção e a fé do povo de Arapiraca.A parte final do calçadão, Praça Marques e Largo Dom Fernando Gomes ficarão interditados após a procissão e durante a celebração eucarística realizada pelo bispo Dom Valério Breda.
Por Débora Fernandes
Alagoas em Tempo
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Comunidade de Olho D’Água do Meio festeja seu padroeiro
A comunidade de Olho D’Água do Meio, na zona rural de Feira Grande, comemorou no período de 17 a 20 de janeiro, a festa de seu padroeiro, São Sebastião.
As comemorações contaram com o apoio do prefeito Fábio Apóstolo de Lira, do secretário municipal de Administração, Dário Roberto, entre outros. O prefeito Fabinho ao lado da primeira-dama Valdirene Barbosa prestigiou o evento, que contou ainda com leilões de animais, celebração de missas. apres e a tradicional procissão, além de shows musicais.
Para animar a comunidade da localidade, na quinta-feira, dia 19, as atrações musicais foram as bandas Teimosões do Forró e Forró das Antigas.
Prefeito Fábio Lira e a primeira-dama Valdirene Barbosa marcaram presença na festa
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Responsabilidade sobre moto “cinquentinha” é dos municípios, diz a lei
Segundo o artigo 129 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), o registro e o licenciamento dos ciclomotores obedecem à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários.
O problema é que a fiscalização municipal das “cinquentinhas” (ciclomotores com motor de até 50 cc) necessita de leis específicas e criação de órgão específico, o que praticamente não ocorre no país.
Sem legislação e sem emplacamento dos cliclomotores, os condutores ficam livres de habilitação, circulam sem capacete e descumprem regulamentações de trânsito, como semáforos e locais de estacionamento proibido sem risco de multa.
“Isso é uma falha na concepção do CTB. Se os demais veículos estão sob a fiscalização dos Estados, por que dar a responsabilidade aos municípios que não têm essa estrutura?”, disse o mestre em engenharia do transporte Maurício Domingues.
Já houve pelo menos uma tentativa de transferir a fiscalização dos ciclomotores dos municípios para o Estado. Em Pernambuco, para garantir o controle e a segurança dos ciclistas, o Detran chegou a assumir a fiscalização das cinquentinhas em 2010, e cobrar emplacamento dos condutores. Mas uma decisão do Tribunal de Justiça, em fevereiro deste ano, derrubou a medida e voltou a liberar as “cinquentinhas”.
Para a coordenadora de veículos do Detran de Alagoas, Nelma Lopes, o problema dos ciclomotores é que elas fogem a qualquer competência de fiscalização dos Detrans. Repassar a responsabilidade às cidades se tornou um problemas.
“A grande maioria dos municípios não tem estrutura e tecnologia para fiscalizar”, afirmou Nelma, defendendo uma mudança na legislação. “Passar para os Estados o poder de fiscalização para os Detrans seria uma grande passo. Se fossem os departamentos estaduais que fiscalizassem, poderia coibir as irregularidades.”
A coordenadora alega que todos condutores de veículos sob duas rodas estão obrigados por lei a usar capacete e ter habilitação, mas na prática não há efeito, já que as “cinquentinhas” não são emplacadas.
“Embora já exista uma regulamentação para que o condutor tenha CNH [Carteira Nacional de Habilitação] e use capacete, se flagrarmos uma situação diferente não acontece nada. Ele pode andar sem capacete, sem nada, porque não temos como penalizar. A fiscalização que deveria ser feita em cima desses veículos fica totalmente prejudicada.”
Segundo ela, o número de acidentes é crescente e preocupa as autoridades, especialmente pelas ocorrências no interior. “A gente percebe que esses veículos vêm crescendo. Só não é possível quantificar, porque elas não passam por emplacamento. As cidades do interior são as mais consumidoras, mas têm o mesmo problema da capital, que é a falta de regulamentação.”
Não existem números oficiais de mortes em acidentes com as “cinquentinhas”, já que o sistema DataSus, do Ministério da Saúde, disponibiliza apenas dados referentes a acidentes com motos em geral, não especificando a quantidade de cilindradas.
por UOL
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