terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Mais de 50 mil pessoas acompanharam a procissão e missa da Padroeira de Arapiraca
A Festa em homenagem a Nossa Senhora do Bom Conselho terminou na última quinta-feira, 2, com a celebração de uma missa solene presidida por Dom Hidelbrando Mendes Costa, bispo Emérito de Estância, em Sergipe e concelebrada pelo bispo da Diocese de Penedo, Dom Valério Breda, além de sacerdotes de Arapiraca.No período da tarde, as principais ruas do centro da cidade serão monitoradas por agentes de trânsito para a passagem dos 230 cavaleiros e amazonas vindos da cidade de Bom Conselho, em Pernambuco, com a réplica da imagem da santa padroeira de Arapiraca.
Segundo a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), oito agentes de trânsito foram disponibilizados com cinco motos e uma viatura para assegurar a interdição das ruas, durante a passagem da comitiva da Associação dos Criadores de Cavalo de Sela de Arapiraca – ACesa. Para a chegada dos cavaleiros, as ruas Estudante, Esperidião Rodrigues, São Francisco, Praça dos Curis, Rua Monsenhor Macedo, Rua 30 de Outubro foram interditadas, causando um pequeno congestionamento no centro.
O prefeito Luciano Barbosa (PMDB), acompanhou a procissão de fiéis juntamente com a deputada federal Célia Rocha (PTB/AL), bem como dos vereadores Daniel Rocha (PTB); João dos Santos (PMDB); Gilvânia Barros (PMDB) e Tarcizo Freire (PSD), além da participação de secretários municipais e lideranças comunitárias do município e região.
Tradição completa dez anos
Como acontece há dez, um grupo que hoje conta com 230 cavaleiros e amazonas percorreu o mesmo caminho trilhado pelo fundador de Arapiraca, Manoel André. Trazendo da cidade de Bom Conselho, em Pernambuco, a réplica da imagem da santa até a cidade, o grupo saiu da cidade pernambucana na terça-feira, 31, e foi encerrada na tarde desta quinta-feira,2, com a chegada dos cavaleiros para a cerimônia de entrega da imagem da santa.
A tradicional festa religiosa, foi encerrada com a celebração de missa pelo bispo emérito de São João Del Rey, Valdemar Chaves, que destacou durante a homilia a devoção e a fé do povo de Arapiraca.A parte final do calçadão, Praça Marques e Largo Dom Fernando Gomes ficarão interditados após a procissão e durante a celebração eucarística realizada pelo bispo Dom Valério Breda.
Por Débora Fernandes
Alagoas em Tempo
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Comunidade de Olho D’Água do Meio festeja seu padroeiro
A comunidade de Olho D’Água do Meio, na zona rural de Feira Grande, comemorou no período de 17 a 20 de janeiro, a festa de seu padroeiro, São Sebastião.
As comemorações contaram com o apoio do prefeito Fábio Apóstolo de Lira, do secretário municipal de Administração, Dário Roberto, entre outros. O prefeito Fabinho ao lado da primeira-dama Valdirene Barbosa prestigiou o evento, que contou ainda com leilões de animais, celebração de missas. apres e a tradicional procissão, além de shows musicais.
Para animar a comunidade da localidade, na quinta-feira, dia 19, as atrações musicais foram as bandas Teimosões do Forró e Forró das Antigas.
Prefeito Fábio Lira e a primeira-dama Valdirene Barbosa marcaram presença na festa
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Responsabilidade sobre moto “cinquentinha” é dos municípios, diz a lei
Segundo o artigo 129 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), o registro e o licenciamento dos ciclomotores obedecem à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários.
O problema é que a fiscalização municipal das “cinquentinhas” (ciclomotores com motor de até 50 cc) necessita de leis específicas e criação de órgão específico, o que praticamente não ocorre no país.
Sem legislação e sem emplacamento dos cliclomotores, os condutores ficam livres de habilitação, circulam sem capacete e descumprem regulamentações de trânsito, como semáforos e locais de estacionamento proibido sem risco de multa.
“Isso é uma falha na concepção do CTB. Se os demais veículos estão sob a fiscalização dos Estados, por que dar a responsabilidade aos municípios que não têm essa estrutura?”, disse o mestre em engenharia do transporte Maurício Domingues.
Já houve pelo menos uma tentativa de transferir a fiscalização dos ciclomotores dos municípios para o Estado. Em Pernambuco, para garantir o controle e a segurança dos ciclistas, o Detran chegou a assumir a fiscalização das cinquentinhas em 2010, e cobrar emplacamento dos condutores. Mas uma decisão do Tribunal de Justiça, em fevereiro deste ano, derrubou a medida e voltou a liberar as “cinquentinhas”.
Para a coordenadora de veículos do Detran de Alagoas, Nelma Lopes, o problema dos ciclomotores é que elas fogem a qualquer competência de fiscalização dos Detrans. Repassar a responsabilidade às cidades se tornou um problemas.
“A grande maioria dos municípios não tem estrutura e tecnologia para fiscalizar”, afirmou Nelma, defendendo uma mudança na legislação. “Passar para os Estados o poder de fiscalização para os Detrans seria uma grande passo. Se fossem os departamentos estaduais que fiscalizassem, poderia coibir as irregularidades.”
A coordenadora alega que todos condutores de veículos sob duas rodas estão obrigados por lei a usar capacete e ter habilitação, mas na prática não há efeito, já que as “cinquentinhas” não são emplacadas.
“Embora já exista uma regulamentação para que o condutor tenha CNH [Carteira Nacional de Habilitação] e use capacete, se flagrarmos uma situação diferente não acontece nada. Ele pode andar sem capacete, sem nada, porque não temos como penalizar. A fiscalização que deveria ser feita em cima desses veículos fica totalmente prejudicada.”
Segundo ela, o número de acidentes é crescente e preocupa as autoridades, especialmente pelas ocorrências no interior. “A gente percebe que esses veículos vêm crescendo. Só não é possível quantificar, porque elas não passam por emplacamento. As cidades do interior são as mais consumidoras, mas têm o mesmo problema da capital, que é a falta de regulamentação.”
Não existem números oficiais de mortes em acidentes com as “cinquentinhas”, já que o sistema DataSus, do Ministério da Saúde, disponibiliza apenas dados referentes a acidentes com motos em geral, não especificando a quantidade de cilindradas.
por UOL
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
10 erros perigosos que motoristas experientes cometem!
Existem erros simples que até os mais experientes motoristas cometem, podendo causar acidentes graves. Parecem erros inocentes, mas podem ser fatais.
1 - Dirigir com apenas uma das mãos. É um hábito que muita gente tem e nem percebe, e qualquer descuido pode levar a perder o controle do veículo.
2 - Apanhar objetos dentro do veículo, acender cigarros, espantar insetos, fazer tudo isso com o carro em movimento. Olho fixo na estrada!
3 - Mudar de faixa ou fazer outras manobras de forma brusca. Pense bem, realize com calma, deixando espaço para imprevistos.
4 - Atender o telefone celular. Mesmo utilizando viva-voz sua percepção cairá bastante.
5 - Dirigir com cansaço, fadiga e sono. Procure descansar antes de pegar a estrada. Não arrisque.
6 - Dirigir com pertubações emocionais como preocupação, ansiedade, irritação ou medo. Procure se concentrar na direção do veículo e evite ficar pensando nos problemas e em como resolvê-los, enquanto dirige.
7 - Ingerir bebida alcoólica. É incrível, mas tem motorista que ainda acha que é bobagem, mas o álcool de fato diminui a percepção do perigo, retarda os reflexos e provoca sonolência.
8 - Dirigir na chuva como se estivesse em tempo seco. O motorista acostumado com a velocidade de uma pista seca às vezes nem percebe que na chuva o carro se comporta de maneira completamente diferente e mantém a mesma velocidade. Diminua bastante a velocidade!
9 - Dirigir sem prestar atenção nas características da estrada. Atenção nas curvas, larguras das vias, número de faixas, acostamento, tipos de pavimentação, barro, elevações, buracos e lombadas.
10 - Não observar as condições do veículo. Aquele pneu gasto pode surpreender na hora da chuva. Muito cuidado com freios desregulados, lâmpadas queimadas, limpador de pára-brisa com defeito, falta do espelho retrovisor, amortecedores vencidos, folga de direção e suspensão empenada. Sempre revise seu carro e salve a sua vida.
Tem algo a acrescentar? Comente abaixo.
Texto: Equipe MotorClube
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Em Palmeira dos Índios, uma igreja serve de museu
Em Palmeira dos Índios, um fato que já foi objeto de um pronunciamento contundente da Desembargadora Elisabeth Carvalho em uma cerimônia na cidade, gera discussão. A utilização de uma igreja como museu.
O museu Xucurus, que fica na Igreja do Rosário, considerada a primeira igreja que a cidade teve, construída pelos escravos, e inaugurado em 1971, reúne um acervo com peças religiosas, indígenas e de pessoas que tiveram participação marcante na vida da cidade. A fundação do museu foi iniciativa do primeiro bispo da Diocese de Palmeira, Dom Otávio Aguiar.
Recentemente, a Desembargadora Elisabeth Carvalho, que viveu boa parte de sua vida em Palmeira dos Índios, solicitou às autoridades políticas e eclesiásticas que tomassem providências visando a retirada do acervo da Igreja, para que as pessoas a utilizassem como centro de oração e não como museu.
Quando assumiu a Diocese de Palmeira dos Índios, Dom Dulcênio Fontes de Matos decidiu que o templo deveria ser incorporado à diocese e que a igreja retornasse com as suas atividades religiosas.
Cabe agora ao Prefeito James Ribeiro (PSDB), encontrar outro local para instalar o importante acervo histórico.
A combinação entre o local construído originalmente para orações e o abrigo ao acervo histórico de hoje, tem provocado uma série de debates na comunidade religiosa e até mesmo entre os populares. Afinal, manter-se ou não a Igreja como um museu?
por Alex Paranhos
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